Autor: Malena Ribeiro

  • Amamentar é um ato de cuidado, saúde, conexão e amor!

    O ato de amamentar é um dos gestos mais naturais e poderosos da maternidade. Além de oferecer o alimento perfeito para o bebê, o leite materno é um verdadeiro escudo protetor, capaz de garantir saúde, desenvolvimento e bem-estar nos primeiros meses de vida. Para as mães, a amamentação traz inúmeros benefícios físicos, emocionais e até sociais, reforçando a importância dessa prática como um direito e uma prioridade de saúde pública.

    Além dos ganhos para a saúde, a amamentação fortalece profundamente a conexão emocional entre mãe e bebê. O toque da pele, o olhar atento e o cheiro único criam um laço especial — é o amor manifestado em sua forma mais genuína.

    Benefícios da amamentação para a criança

    O leite materno é considerado o alimento mais completo que um bebê pode receber. Sua composição é única e adaptada às necessidades da criança, contendo nutrientes essenciais, anticorpos e substâncias bioativas que fortalecem o sistema imunológico. Entre os principais benefícios para os bebês, destacam-se:

    • Proteção contra doenças: O aleitamento materno reduz significativamente o risco de infecções respiratórias, gastrointestinais, otites e alergias. O leite materno contém anticorpos que protegem o bebê contra bactérias e vírus, além de ajudar na prevenção de doenças crônicas como diabetes e obesidade na vida adulta.
    • Desenvolvimento cerebral: Nutrientes presentes no leite materno, como ácidos graxos essenciais (DHA), são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, visual e neurológico do bebê, favorecendo seu aprendizado e crescimento saudável.
    • Digestão facilitada: O leite materno é facilmente digerido pelo organismo do bebê, o que contribui para um funcionamento adequado do sistema gastrointestinal e reduz a incidência de cólicas e constipação.
    • Vínculo afetivo: O contato pele a pele durante a amamentação promove um vínculo emocional forte entre mãe e filho, oferecendo segurança e conforto que são importantes para o desenvolvimento emocional da criança.

    Benefícios da amamentação para as mães

    Amamentar também é um ato de cuidado que traz ganhos significativos para a saúde e o bem-estar das mulheres. Confira alguns dos principais benefícios:

    • Recuperação pós-parto: A amamentação ajuda o útero a retornar ao tamanho normal mais rapidamente, reduzindo o sangramento pós-parto e acelerando a recuperação física da mãe.
    • Redução do risco de doenças: Mulheres que amamentam apresentam menor risco de desenvolver câncer de mama, câncer de ovário, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares ao longo da vida.
    • Controle do peso: O ato de amamentar queima calorias extras, contribuindo para a perda de peso adquirida na gestação, além de ajudar a regular o metabolismo.
    • Fortalecimento emocional: Amamentar libera hormônios como a ocitocina, conhecida como o “hormônio do amor”, que ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, promovendo sensação de bem-estar e fortalecendo o laço afetivo com o bebê.
    • Praticidade e economia: O leite materno está sempre disponível, na temperatura ideal e sem custos adicionais, o que facilita a rotina da mãe e diminui despesas com alimentação infantil.

    A importância do apoio à amamentação

    Apesar de ser um processo natural, muitas mães enfrentam dificuldades para amamentar, seja por questões físicas, emocionais ou pela falta de suporte adequado. Por isso, o apoio da família, dos profissionais de saúde e da sociedade é fundamental para garantir que esse direito seja respeitado e valorizado.

    A criação de ambientes favoráveis, a oferta de informação clara e acessível, a licença-maternidade estendida e políticas públicas que incentivem a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida são passos essenciais para que mães e bebês possam usufruir plenamente desses benefícios.

    Amamentar é um gesto de amor que vai muito além da nutrição: é saúde, proteção, conexão e investimento em um futuro melhor. Ao incentivar e apoiar essa prática, estamos promovendo o desenvolvimento saudável das crianças e o bem-estar das mulheres, construindo uma sociedade mais justa e acolhedora desde os primeiros dias de vida.

  • Bancos de Leite Humano: solidariedade que salva vidas!

    A amamentação é essencial para o desenvolvimento saudável dos bebês, mas nem todas as mães conseguem oferecer o leite materno aos seus filhos — seja por questões de saúde, baixa produção ou outras condições clínicas. É nesse cenário que entram os Bancos de Leite Humano (BLHs), um serviço de extrema importância para a saúde pública e um verdadeiro gesto de solidariedade entre mulheres.

    Os Bancos de Leite Humano são estruturas especializadas em coletar, processar, analisar, armazenar e distribuir leite materno doado por mães que estão em fase de amamentação e produzem mais leite do que o necessário para seus próprios filhos. Após a doação, o leite passa por um rigoroso controle de qualidade, incluindo pasteurização e análise microbiológica, garantindo segurança total para o consumo por bebês que não podem ser alimentados diretamente por suas mães.

    Esse leite é destinado, principalmente, a recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados em UTIs neonatais, que, por sua fragilidade, não podem esperar e dependem dessa nutrição especializada para sobreviver e se desenvolver.

    O Brasil como referência mundial

    O Brasil é líder global quando se trata de Bancos de Leite Humano. O país possui a maior e mais bem estruturada rede pública de BLHs do mundo, com mais de 200 unidades e dezenas de postos de coleta espalhados em todos os estados. Coordenada pela Fiocruz, essa rede brasileira já ajudou a salvar milhares de vidas e serve de modelo para outros países em desenvolvimento.

    Além do impacto direto na saúde dos bebês, o sistema brasileiro também promove educação e apoio à amamentação, prestando orientação a mães sobre a melhor forma de amamentar e tirar dúvidas sobre o aleitamento.

    Quem pode doar e como fazer?

    Qualquer mulher saudável, que esteja amamentando e com produção excedente de leite, pode se tornar doadora. O processo é simples, gratuito e seguro. A coleta pode ser feita em casa, com o uso de frascos esterilizados fornecidos pelo banco, e o leite é posteriormente recolhido ou entregue ao posto de coleta.

    As doadoras recebem toda a orientação necessária e, ao doar, tornam-se parte de uma rede de apoio que fortalece o cuidado coletivo com a infância.

    Um gesto que transforma

    A doação de leite humano é um ato de amor que transcende laços de sangue. Uma única doadora pode ajudar vários bebês a sobreviver, crescer e superar seus primeiros desafios de vida. Ao mesmo tempo, os Bancos de Leite promovem a conscientização sobre a importância da amamentação e quebram barreiras sociais e culturais em torno do tema.

    Um compromisso com a vida

    Falar sobre Bancos de Leite Humano é reconhecer a importância de políticas públicas comprometidas com a saúde materno-infantil. Em datas como o Dia Mundial da Amamentação (1º de agosto) e ao longo da Semana Mundial do Aleitamento Materno, a existência e o fortalecimento desses bancos devem ser celebrados, divulgados e incentivados.

    Amamentar é um direito. Doar leite é um ato de cidadania. E garantir acesso a esse alimento é salvar vidas. Que mais mulheres se sintam seguras para doar e que mais crianças possam receber esse cuidado tão essencial.

  • Amamentação: nutrir com amor e garantir saúde desde o início da vida

    O Dia Mundial da Amamentação, celebrado em 1º de agosto, marca o início da Semana Mundial do Aleitamento Materno, uma mobilização internacional promovida em mais de 120 países com o objetivo de incentivar, proteger e apoiar a amamentação. Criada em 1992 pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (WABA), a data visa chamar a atenção da sociedade para a importância do leite materno na nutrição, proteção e desenvolvimento saudável das crianças.

    A amamentação é um ato natural, nutritivo e de vínculo afetivo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aleitamento materno é a forma mais eficaz de fornecer ao bebê todos os nutrientes necessários para sobreviver e se desenvolver de forma saudável nos primeiros meses de vida.

    A recomendação da OMS é que o bebê seja alimentado exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade, sem a adição de água, chás ou outros alimentos. A partir desse período, a criança pode começar a receber outros alimentos, sem interromper o aleitamento, que deve seguir até os dois anos ou mais, conforme as condições e a escolha da mãe.

    Apesar de ainda persistirem mitos como o do “leite fraco”, a ciência comprova que todas as mulheres produzem leite suficiente e de qualidade para alimentar seus bebês. O leite materno está sempre na temperatura ideal, é estéril, de fácil digestão e contém uma composição única, com anticorpos que protegem o bebê contra infecções, alergias e doenças respiratórias e intestinais.

    Benefícios para a criança

    O aleitamento materno exclusivo reduz significativamente a mortalidade infantil, especialmente por doenças infecciosas. Crianças amamentadas apresentam menor risco de diarreia, infecções respiratórias, alergias, além de proteção a longo prazo contra obesidade, hipertensão e diabetes tipo 2.

    Além dos ganhos físicos, o ato de mamar no peito também fortalece o vínculo emocional entre mãe e filho, contribuindo para o desenvolvimento psicológico e afetivo da criança.

    Benefícios para a mulher

    A amamentação não é benéfica apenas para o bebê. A mãe também colhe frutos importantes dessa prática. Entre eles, destacam-se:

    • Redução do risco de câncer de mama e ovário;
    • Diminuição das chances de desenvolver diabetes tipo 2;
    • Menor incidência de artrite reumatoide;
    • Atraso do retorno da ovulação nos primeiros meses, o que pode funcionar como um método natural de espaçamento entre gestações.


    Além disso, o ato de amamentar fortalece o vínculo emocional, promove o contato pele a pele e o olhar direto, essenciais para o acolhimento e a construção do afeto entre mãe e bebê.

    Que este 1º de agosto inspire ações, empatia e apoio permanente às mães que nutrem seus filhos com o que há de mais valioso: o próprio corpo, o próprio tempo e um amor que começa no primeiro colo.

  • Cuidar da saúde desde jovem é investir na qualidade da velhice

    A maneira como envelhecemos está diretamente ligada às escolhas que fazemos ao longo da vida. O cuidado com o corpo e a mente quando ainda somos jovens pode determinar a saúde e a qualidade de vida que teremos na velhice. Muitos problemas que surgem após os 60 ou 70 anos têm raízes em hábitos e atitudes adotados décadas antes, como o sedentarismo, a má alimentação e o estresse constante.

    Por exemplo, o Alzheimer, doença que geralmente aparece por volta dos 70 anos, pode estar relacionado ao desgaste mental intenso e contínuo, conhecido como burnout, que muitas pessoas enfrentam já aos 30 anos. Da mesma forma, o diabetes, muito comum após os 65 anos, pode começar a se desenvolver devido ao consumo exagerado de alimentos e bebidas com alto teor de açúcar, como refrigerantes, ainda na juventude.

    A falta de exercícios físicos desde a adolescência também reflete diretamente na dificuldade de locomoção e perda de mobilidade que algumas pessoas enfrentam ao chegar à terceira idade. O corpo, quando pouco estimulado, perde força, flexibilidade e resistência, comprometendo a autonomia do idoso. Outro ponto importante é a negligência com exames e consultas regulares: doenças silenciosas podem passar despercebidas até avançarem e se tornarem graves, como acontece muitas vezes aos 75 anos, devido à falta de acompanhamento a partir dos 50 ou 60 anos.

    Cuidar da saúde não é uma tarefa que deve ser deixada para depois. A prevenção e a atenção às necessidades do corpo e da mente, desde cedo, são o melhor caminho para uma velhice mais tranquila, ativa e feliz. Por isso, valorize hábitos saudáveis, busque ajuda médica quando necessário e faça dos cuidados com a saúde uma prioridade em todas as fases da vida.

  • Como as emoções influenciam sua saúde intestinal!

    O que você sente, pensa e vive tem um impacto direto no funcionamento do seu intestino. Isso se deve à conexão entre cérebro e sistema digestivo, conhecida como “eixo intestino-cérebro”. Essa comunicação é feita por meio de substâncias químicas, como os neurotransmissores, que regulam funções tanto mentais quanto intestinais. Ou seja, emoções como estresse, ansiedade e tristeza podem desencadear ou agravar sintomas gastrointestinais.

    O intestino é considerado por muitos especialistas como o “segundo cérebro” do corpo humano. Ele possui uma rede de milhões de neurônios e é responsável por produzir cerca de 90% da serotonina, neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar. Quando há um desequilíbrio emocional, essa produção pode ser afetada, provocando alterações no humor e também em funções digestivas, como o ritmo intestinal, a digestão e até a absorção de nutrientes.

    Sintomas como dor abdominal, distensão, prisão de ventre, diarreia e até quadros de síndrome do intestino irritável podem ter origem emocional. Isso não significa que o problema está “só na sua cabeça”, mas sim que o corpo reage às experiências emocionais. Vivências negativas, ambientes estressantes ou períodos prolongados de ansiedade deixam marcas físicas — e o intestino é um dos primeiros a manifestá-las.

    Cuidar da mente é, portanto, essencial para manter o intestino saudável. Boas práticas incluem reservar momentos de descanso, dormir bem, praticar atividades físicas, manter uma alimentação equilibrada e buscar apoio psicológico sempre que necessário. Alimentar-se bem é importante, mas alimentar pensamentos saudáveis também faz toda a diferença.

    Fique atento aos sinais do seu corpo. Se perceber alterações intestinais recorrentes, procure ajuda médica. Um acompanhamento profissional — que pode envolver nutricionistas, gastroenterologistas e psicólogos — é fundamental para tratar o problema na raiz. Afinal, equilíbrio emocional e saúde digestiva caminham lado a lado.

  • Seu corpo reage ao glúten? Faça os exames certos com segurança!

    A Doença Celíaca é uma condição autoimune provocada pela intolerância permanente ao glúten, proteína presente no trigo, centeio, cevada e aveia. Quando o glúten é ingerido, ele desencadeia uma resposta imunológica que ataca o intestino delgado, prejudicando a absorção de nutrientes e causando uma série de sintomas.

    O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações como desnutrição, osteoporose, infertilidade e até linfoma intestinal. Para isso, a medicina conta com exames laboratoriais específicos, que são fundamentais para confirmar ou descartar a presença da doença.

    Os sintomas da doença podem variar muito — indo de diarreia crônica, distensão abdominal, perda de peso e anemia inexplicada até quadros silenciosos, sem sintomas aparentes. Por isso, o diagnóstico nunca deve ser feito apenas com base nos sinais clínicos.

    Realizar os exames corretos é o caminho mais seguro para:

    Confirmar a intolerância ao glúten
    Avaliar o grau de comprometimento intestinal
    Iniciar o tratamento adequado com uma dieta livre de glúten
    Acompanhar a recuperação do organismo após a mudança alimentar

    O diagnóstico é feito a partir de três pilares principais: exames sorológicos, teste genético e, em alguns casos, biópsia do intestino.

    1. Exames Sorológicos

    São exames de sangue que identificam anticorpos produzidos pelo organismo em resposta ao glúten.

    • Anti-transglutaminase IgA (anti-tTG):
      É o exame mais utilizado para rastrear a doença. Alta sensibilidade e especificidade.
    • Antiendomísio IgA (EMA):
      Utilizado para confirmar o diagnóstico. Quando positivo, reforça fortemente a presença da doença.
    • Antigliadina Deaminada IgG (DGP):
      Indicado para pacientes que possuem deficiência de IgA. Alternativa eficaz em casos específicos.
    • Dosagem de Imunoglobulina A (IgA total):
      Avalia se o paciente tem deficiência de IgA, o que pode interferir no resultado dos testes sorológicos.

    Esses exames são simples, realizados por coleta de sangue, e devem ser feitos antes de iniciar uma dieta sem glúten, para não mascarar os resultados.

    2. Teste Genético – HLA DQ2 e DQ8

    Esse exame identifica os genes de predisposição à Doença Celíaca. Mais de 95% dos pacientes celíacos possuem um ou ambos esses genes.

    • Para que serve?
      Se o paciente não possui os genes HLA DQ2 ou DQ8, é altamente improvável que ele tenha Doença Celíaca.
    • Quando é indicado?
      Em casos duvidosos
      Em pacientes já em dieta sem glúten
      Quando os exames sorológicos estão inconclusivos

    3. Biópsia do Intestino Delgado

    É realizada por meio de endoscopia digestiva, com coleta de fragmentos da mucosa intestinal para análise.

    • O que ela mostra?
      Alterações nas vilosidades intestinais, típicas da doença
      Confirma o diagnóstico em casos de sorologia positiva ou discrepante

    No Laboratório Anácli, não realizamos biópsia, mas disponibilizamos todos os exames laboratoriais necessários para avaliação completa.

    4. Teste de Provocação Oral com Glúten

    Esse teste é utilizado apenas em casos específicos, como em pessoas que já adotaram dieta sem glúten sem diagnóstico prévio. O glúten é reintroduzido na alimentação sob supervisão médica, e os exames são repetidos após algumas semanas.

    Como funciona o passo a passo para diagnóstico?

    1. Avaliação médica inicial – análise de sintomas e histórico familiar
    2. Solicitação de exames sorológicos e dosagem de IgA total
    3. Se necessário, teste genético e biópsia intestinal
    4. Confirmação do diagnóstico e início do tratamento

    Perguntas frequentes

    1) Preciso estar comendo glúten para fazer os exames?
    Sim. Interromper o consumo de glúten antes dos exames pode levar a resultados falsamente negativos.

    2) Todos os exames são feitos com coleta de sangue?
    Os exames sorológicos e o teste genético são feitos por coleta de sangue. A biópsia é um procedimento endoscópico e só é indicada em casos específicos.

    3) Posso fazer todos os exames no Laboratório Anácli?
    Sim, com exceção da biópsia intestinal. O Anácli oferece:

    Exames sorológicos completos
    Teste genético HLA DQ2 e DQ8

    Escolha o Anácli para o diagnóstico da Doença Celíaca.
    Aqui você encontra tecnologia, precisão e um time pronto para cuidar de você.

  • Usa Mounjaro? Faça isso antes da próxima dose!

    O Mounjaro, medicamento cada vez mais utilizado para o controle do diabetes tipo 2 e também para auxiliar na perda de peso, tem transformado a vida de muitas pessoas. Seu princípio ativo, a tirzepatida, atua diretamente nos receptores do corpo que regulam a saciedade, a glicemia e o metabolismo, promovendo efeitos significativos. No entanto, o uso contínuo exige atenção e acompanhamento médico rigoroso.

    Ao ser aplicado, o Mounjaro influencia diversos processos metabólicos. Entre os principais impactos observados nos exames laboratoriais estão:

    • Redução da glicemia: O medicamento ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle, o que é essencial para quem tem diabetes.
    • Alterações nos níveis de insulina: Ele pode diminuir a resistência à insulina, contribuindo para um metabolismo mais equilibrado.
    • Mudanças no colesterol: Há casos de melhora nos perfis lipídicos, como redução do colesterol total e LDL.
    • Variações nas enzimas hepáticas: Como todo medicamento que atua no metabolismo, pode impactar o fígado — e esse acompanhamento é fundamental.

    Por que fazer exames periódicos?

    Usar o Mounjaro sem acompanhamento laboratorial é como caminhar no escuro. Os exames periódicos não são uma burocracia: são um instrumento de segurança e cuidado com a sua saúde.

    Eles ajudam a:

    • Verificar como seu corpo está reagindo ao medicamento;
    • Detectar efeitos colaterais silenciosos, como alterações hepáticas ou hormonais;
    • Permitir ajustes de dose ou até a troca de medicamento com responsabilidade e segurança.

    Se você busca resultados reais e sustentáveis, o primeiro passo é respeitar o seu corpo — e isso começa com um simples exame. Ignorar esse processo pode colocar sua saúde em risco, mesmo quando os efeitos do medicamento parecem positivos à primeira vista.

    No Laboratório Anácli, você conta com equipe qualificada, atendimento humanizado e resultados precisos com agilidade. Estamos prontos para acompanhar você em cada fase do seu tratamento com o Mounjaro, oferecendo a estrutura que sua saúde merece.

    Lembre-se: cuidar do seu corpo é um ato de consciência. Acompanhe, entenda e respeite o que ele diz. E para isso, conte com a confiança de quem entende de exames.

  • Escolha o caminho mais desafiador: hábitos saudáveis transformam a vida

    Ter uma rotina equilibrada, cultivar hábitos saudáveis e se exercitar com regularidade são atitudes fundamentais para alcançar uma vida com mais qualidade, disposição e longevidade. No entanto, seguir por esse caminho nem sempre é fácil. Exige esforço, disciplina e, principalmente, a coragem de dizer “não” às tentações que, à primeira vista, parecem mais atraentes, mas que, a longo prazo, cobram um preço alto.

    Quem nunca caiu na armadilha do “só hoje”? Um fast food no meio da semana, a procrastinação de uma caminhada ou a desculpa de que o estresse não permite uma rotina mais saudável. As escolhas ruins geralmente vêm embaladas em praticidade e prazer momentâneo, mas seus efeitos se acumulam no tempo: sobrepeso, problemas cardiovasculares, fadiga constante, alterações no sono, mau humor e, em casos mais graves, doenças crônicas.

    Como já diz o ditado: a estrada da tentação pode até parecer um paraíso, mas seu destino final é a destruição. Em contrapartida, construir uma vida saudável começa com pequenas mudanças na rotina — simples, mas poderosas. A boa notícia é que, com o tempo, esses hábitos se fortalecem e passam a fazer parte do seu estilo de vida. Confira a base que sustenta esse novo caminho:

    Alimentação equilibrada

    • Evite alimentos ultraprocessados e excesso de açúcar.
    • Prefira frutas, verduras, legumes, cereais integrais e proteínas magras.
    • Beba água! A hidratação influencia diretamente na energia e no funcionamento do corpo.

    Sono de qualidade

    • Dormir bem é essencial para recuperação física e mental.
    • Mantenha horários regulares e evite telas antes de dormir.

    Atividade física regular

    • Pode ser caminhada, dança, musculação, natação ou qualquer outra modalidade.
    • O importante é se movimentar, liberar endorfina e fortalecer corpo e mente.

    Saúde mental em dia

    • Pratique o autocuidado e busque momentos de lazer e relaxamento.
    • Meditação, terapia e hobbies saudáveis ajudam a equilibrar as emoções.

    Rotina organizada

    • Planejar o dia, definir horários para as tarefas e criar rituais saudáveis (como o café da manhã com calma ou a leitura antes de dormir) ajudam a manter o foco.

    Suas escolhas definem seu futuro. A saúde que você terá amanhã depende diretamente das decisões que toma hoje. Optar pelo caminho mais exigente — com disciplina, alimentação equilibrada e exercícios mesmo quando a motivação falta — é uma forma de valorizar a própria vida e investir em bem-estar duradouro.

    É importante lembrar: a estrada que leva ao verdadeiro equilíbrio exige esforço, mas traz recompensas que valem a pena. Já o caminho mais fácil, repleto de prazeres imediatos, pode parecer agradável, mas costuma esconder consequências sérias que comprometem sua vitalidade.

    Seja firme. Escolha o que transforma. Escolha cuidar de você. Escolha saúde!

  • Julho Amarelo: mês de conscientização e combate às hepatites virais

    O Julho Amarelo é uma importante campanha de conscientização, prevenção e controle das hepatites virais, realizada ao longo de todo o mês de julho. Essa mobilização nacional busca informar a população sobre os riscos dessas doenças silenciosas, muitas vezes assintomáticas, mas que podem levar a complicações graves, como cirrose e câncer de fígado.

    A campanha coincide com o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho, e reforça a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminar as hepatites B e C até 2030.

    Objetivos do Julho Amarelo

    • Conscientizar:
      Levar informações à população em mídias variadas — como redes sociais, TV e rádio — sobre os diferentes tipos de hepatites (A, B, C, D e E), suas formas de transmissão, sintomas, prevenção e tratamento, ampliando o alcance e o conhecimento sobre a doença.
    • Prevenir:
      Estimular práticas seguras, como vacinação contra hepatites A e B (realizada nas unidades de saúde), higiene adequada, uso de preservativos e não compartilhamento de objetos perfurocortantes, além de distribuir materiais informativos e preservativos para reforçar a prevenção.
    • Diagnosticar e tratar:
      Incentivar a população a realizar testes rápidos gratuitos para hepatites B e C, possibilitando o diagnóstico precoce e o início do tratamento adequado, com o apoio de ações educativas e parcerias entre hospitais, universidades, ONGs e órgãos públicos.
    • Eliminar:
      Apoiar o compromisso global da OMS para a eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública até 2030, promovendo ações coordenadas de comunicação, vacinação, testagem e tratamento durante o Julho Amarelo.

    Por que se prevenir é tão importante?

    As hepatites virais são inflamações no fígado causadas por vírus, e algumas delas podem evoluir de forma silenciosa por muitos anos. As hepatites B e C são as mais perigosas quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podendo levar à falência hepática, cirrose ou câncer de fígado.

    Além disso:

    • Muitos infectados não apresentam sintomas nas fases iniciais;
    • Quando presentes, os sintomas podem ser leves ou confundidos com outras doenças, como cansaço, febre, mal-estar, enjoo e pele amarelada;
    • O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento aumentam as chances de cura e evitam complicações graves.

    Participar do Julho Amarelo é uma maneira de promover a saúde, a informação e a prevenção. Ao se informar sobre as hepatites virais, realizar exames quando necessário, manter a vacinação em dia e compartilhar conhecimento com outras pessoas, você contribui diretamente para o combate a essas doenças silenciosas e perigosas. Pequenas atitudes, como essas, podem salvar vidas e fortalecer a conscientização coletiva. Afinal, cuidar de si também é cuidar do outro.

  • BCG: A primeira vacina, o primeiro cuidado!

    No dia 1º de julho, celebra-se o Dia da Vacina BCG, data que reforça a importância da imunização contra a tuberculose, doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. A vacina foi desenvolvida em 1921, pelos cientistas franceses Léon Calmette e Alphonse Guérin, originando o nome BCG (Bacilo de Calmette-Guérin).

    A tuberculose é uma doença contagiosa que atinge, principalmente, os pulmões, mas também pode afetar ossos, rins e até as meninges (membranas que revestem o cérebro).

    Os sintomas mais comuns incluem:

    • Tosse persistente (com ou sem sangue);
    • Falta de ar;
    • Dores no peito;
    • Cansaço e fraqueza;
    • Perda de peso;
    • Febre e suores noturnos.

    A tuberculose é transmitida pelo ar, por meio de gotículas liberadas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Mesmo indivíduos sem sintomas visíveis podem transmitir a doença. O compartilhamento de objetos não transmite a bactéria.

    Pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como recém-nascidos, idosos e pessoas com doenças crônicas, são mais propensas a desenvolver formas graves e generalizadas da tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar.

    A importância da vacina BCG no recém-nascido

    Vacinar o bebê com BCG nos primeiros dias de vida é fundamental para protegê-lo em uma fase em que seu organismo ainda está em desenvolvimento e mais vulnerável a infecções graves.

    O Ministério da Saúde recomenda que a vacina seja aplicada logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, ainda na maternidade. Se isso não for possível, a criança pode ser vacinada até os 4 anos de idade.

    Essa vacinação precoce reduz significativamente o risco de o bebê desenvolver formas graves da tuberculose, que podem levar a sequelas ou até ao óbito.

    Aplicação e cuidados após a vacinação

    A vacina BCG é aplicada em dose única, de forma gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Não são necessários cuidados prévios.

    Após a aplicação, é comum o surgimento de vermelhidão, inchaço e, mais tarde, uma pequena cicatriz no local. Isso é normal e faz parte da resposta do organismo à vacina. Não se deve usar pomadas, medicamentos ou curativos no local.

    Além dos recém-nascidos, a vacina BCG também é recomendada para pessoas que convivem diretamente com portadores de hanseníase, pois essas têm maior risco de exposição a infecções relacionadas. Outro grupo que deve ser vacinado são os estrangeiros não vacinados que passarão a residir no Brasil, especialmente se vierem de países onde a vacinação com BCG não é obrigatória. Nesses casos, a imunização ajuda a prevenir formas graves da tuberculose e contribui para o controle da doença no país.

    Impacto no Brasil e no mundo

    A vacina BCG não previne todos os casos de tuberculose pulmonar, mas é extremamente eficaz contra as formas mais graves da doença.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em países que mantêm a BCG no calendário infantil, são evitados mais de 40 mil casos de meningite tuberculosa por ano.

    No Brasil, a vacinação em massa tem contribuído para que as formas graves da doença praticamente desapareçam, mesmo com o aumento recente nos casos pulmonares.

    A BCG é muito mais do que uma vacina: é uma proteção essencial que deve começar na infância. Aproveitar o Dia da Vacina BCG para reforçar essa importância é fundamental para manter nossas crianças saudáveis e reduzir a circulação da tuberculose no país.

    Leve seu filho à unidade de saúde mais próxima. Vacinar é proteger!