Categoria: Anácli

  • Cuidar da saúde desde jovem é investir na qualidade da velhice

    A maneira como envelhecemos está diretamente ligada às escolhas que fazemos ao longo da vida. O cuidado com o corpo e a mente quando ainda somos jovens pode determinar a saúde e a qualidade de vida que teremos na velhice. Muitos problemas que surgem após os 60 ou 70 anos têm raízes em hábitos e atitudes adotados décadas antes, como o sedentarismo, a má alimentação e o estresse constante.

    Por exemplo, o Alzheimer, doença que geralmente aparece por volta dos 70 anos, pode estar relacionado ao desgaste mental intenso e contínuo, conhecido como burnout, que muitas pessoas enfrentam já aos 30 anos. Da mesma forma, o diabetes, muito comum após os 65 anos, pode começar a se desenvolver devido ao consumo exagerado de alimentos e bebidas com alto teor de açúcar, como refrigerantes, ainda na juventude.

    A falta de exercícios físicos desde a adolescência também reflete diretamente na dificuldade de locomoção e perda de mobilidade que algumas pessoas enfrentam ao chegar à terceira idade. O corpo, quando pouco estimulado, perde força, flexibilidade e resistência, comprometendo a autonomia do idoso. Outro ponto importante é a negligência com exames e consultas regulares: doenças silenciosas podem passar despercebidas até avançarem e se tornarem graves, como acontece muitas vezes aos 75 anos, devido à falta de acompanhamento a partir dos 50 ou 60 anos.

    Cuidar da saúde não é uma tarefa que deve ser deixada para depois. A prevenção e a atenção às necessidades do corpo e da mente, desde cedo, são o melhor caminho para uma velhice mais tranquila, ativa e feliz. Por isso, valorize hábitos saudáveis, busque ajuda médica quando necessário e faça dos cuidados com a saúde uma prioridade em todas as fases da vida.

  • Como as emoções influenciam sua saúde intestinal!

    O que você sente, pensa e vive tem um impacto direto no funcionamento do seu intestino. Isso se deve à conexão entre cérebro e sistema digestivo, conhecida como “eixo intestino-cérebro”. Essa comunicação é feita por meio de substâncias químicas, como os neurotransmissores, que regulam funções tanto mentais quanto intestinais. Ou seja, emoções como estresse, ansiedade e tristeza podem desencadear ou agravar sintomas gastrointestinais.

    O intestino é considerado por muitos especialistas como o “segundo cérebro” do corpo humano. Ele possui uma rede de milhões de neurônios e é responsável por produzir cerca de 90% da serotonina, neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar. Quando há um desequilíbrio emocional, essa produção pode ser afetada, provocando alterações no humor e também em funções digestivas, como o ritmo intestinal, a digestão e até a absorção de nutrientes.

    Sintomas como dor abdominal, distensão, prisão de ventre, diarreia e até quadros de síndrome do intestino irritável podem ter origem emocional. Isso não significa que o problema está “só na sua cabeça”, mas sim que o corpo reage às experiências emocionais. Vivências negativas, ambientes estressantes ou períodos prolongados de ansiedade deixam marcas físicas — e o intestino é um dos primeiros a manifestá-las.

    Cuidar da mente é, portanto, essencial para manter o intestino saudável. Boas práticas incluem reservar momentos de descanso, dormir bem, praticar atividades físicas, manter uma alimentação equilibrada e buscar apoio psicológico sempre que necessário. Alimentar-se bem é importante, mas alimentar pensamentos saudáveis também faz toda a diferença.

    Fique atento aos sinais do seu corpo. Se perceber alterações intestinais recorrentes, procure ajuda médica. Um acompanhamento profissional — que pode envolver nutricionistas, gastroenterologistas e psicólogos — é fundamental para tratar o problema na raiz. Afinal, equilíbrio emocional e saúde digestiva caminham lado a lado.

  • Seu corpo reage ao glúten? Faça os exames certos com segurança!

    A Doença Celíaca é uma condição autoimune provocada pela intolerância permanente ao glúten, proteína presente no trigo, centeio, cevada e aveia. Quando o glúten é ingerido, ele desencadeia uma resposta imunológica que ataca o intestino delgado, prejudicando a absorção de nutrientes e causando uma série de sintomas.

    O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações como desnutrição, osteoporose, infertilidade e até linfoma intestinal. Para isso, a medicina conta com exames laboratoriais específicos, que são fundamentais para confirmar ou descartar a presença da doença.

    Os sintomas da doença podem variar muito — indo de diarreia crônica, distensão abdominal, perda de peso e anemia inexplicada até quadros silenciosos, sem sintomas aparentes. Por isso, o diagnóstico nunca deve ser feito apenas com base nos sinais clínicos.

    Realizar os exames corretos é o caminho mais seguro para:

    Confirmar a intolerância ao glúten
    Avaliar o grau de comprometimento intestinal
    Iniciar o tratamento adequado com uma dieta livre de glúten
    Acompanhar a recuperação do organismo após a mudança alimentar

    O diagnóstico é feito a partir de três pilares principais: exames sorológicos, teste genético e, em alguns casos, biópsia do intestino.

    1. Exames Sorológicos

    São exames de sangue que identificam anticorpos produzidos pelo organismo em resposta ao glúten.

    • Anti-transglutaminase IgA (anti-tTG):
      É o exame mais utilizado para rastrear a doença. Alta sensibilidade e especificidade.
    • Antiendomísio IgA (EMA):
      Utilizado para confirmar o diagnóstico. Quando positivo, reforça fortemente a presença da doença.
    • Antigliadina Deaminada IgG (DGP):
      Indicado para pacientes que possuem deficiência de IgA. Alternativa eficaz em casos específicos.
    • Dosagem de Imunoglobulina A (IgA total):
      Avalia se o paciente tem deficiência de IgA, o que pode interferir no resultado dos testes sorológicos.

    Esses exames são simples, realizados por coleta de sangue, e devem ser feitos antes de iniciar uma dieta sem glúten, para não mascarar os resultados.

    2. Teste Genético – HLA DQ2 e DQ8

    Esse exame identifica os genes de predisposição à Doença Celíaca. Mais de 95% dos pacientes celíacos possuem um ou ambos esses genes.

    • Para que serve?
      Se o paciente não possui os genes HLA DQ2 ou DQ8, é altamente improvável que ele tenha Doença Celíaca.
    • Quando é indicado?
      Em casos duvidosos
      Em pacientes já em dieta sem glúten
      Quando os exames sorológicos estão inconclusivos

    3. Biópsia do Intestino Delgado

    É realizada por meio de endoscopia digestiva, com coleta de fragmentos da mucosa intestinal para análise.

    • O que ela mostra?
      Alterações nas vilosidades intestinais, típicas da doença
      Confirma o diagnóstico em casos de sorologia positiva ou discrepante

    No Laboratório Anácli, não realizamos biópsia, mas disponibilizamos todos os exames laboratoriais necessários para avaliação completa.

    4. Teste de Provocação Oral com Glúten

    Esse teste é utilizado apenas em casos específicos, como em pessoas que já adotaram dieta sem glúten sem diagnóstico prévio. O glúten é reintroduzido na alimentação sob supervisão médica, e os exames são repetidos após algumas semanas.

    Como funciona o passo a passo para diagnóstico?

    1. Avaliação médica inicial – análise de sintomas e histórico familiar
    2. Solicitação de exames sorológicos e dosagem de IgA total
    3. Se necessário, teste genético e biópsia intestinal
    4. Confirmação do diagnóstico e início do tratamento

    Perguntas frequentes

    1) Preciso estar comendo glúten para fazer os exames?
    Sim. Interromper o consumo de glúten antes dos exames pode levar a resultados falsamente negativos.

    2) Todos os exames são feitos com coleta de sangue?
    Os exames sorológicos e o teste genético são feitos por coleta de sangue. A biópsia é um procedimento endoscópico e só é indicada em casos específicos.

    3) Posso fazer todos os exames no Laboratório Anácli?
    Sim, com exceção da biópsia intestinal. O Anácli oferece:

    Exames sorológicos completos
    Teste genético HLA DQ2 e DQ8

    Escolha o Anácli para o diagnóstico da Doença Celíaca.
    Aqui você encontra tecnologia, precisão e um time pronto para cuidar de você.

  • Usa Mounjaro? Faça isso antes da próxima dose!

    O Mounjaro, medicamento cada vez mais utilizado para o controle do diabetes tipo 2 e também para auxiliar na perda de peso, tem transformado a vida de muitas pessoas. Seu princípio ativo, a tirzepatida, atua diretamente nos receptores do corpo que regulam a saciedade, a glicemia e o metabolismo, promovendo efeitos significativos. No entanto, o uso contínuo exige atenção e acompanhamento médico rigoroso.

    Ao ser aplicado, o Mounjaro influencia diversos processos metabólicos. Entre os principais impactos observados nos exames laboratoriais estão:

    • Redução da glicemia: O medicamento ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue sob controle, o que é essencial para quem tem diabetes.
    • Alterações nos níveis de insulina: Ele pode diminuir a resistência à insulina, contribuindo para um metabolismo mais equilibrado.
    • Mudanças no colesterol: Há casos de melhora nos perfis lipídicos, como redução do colesterol total e LDL.
    • Variações nas enzimas hepáticas: Como todo medicamento que atua no metabolismo, pode impactar o fígado — e esse acompanhamento é fundamental.

    Por que fazer exames periódicos?

    Usar o Mounjaro sem acompanhamento laboratorial é como caminhar no escuro. Os exames periódicos não são uma burocracia: são um instrumento de segurança e cuidado com a sua saúde.

    Eles ajudam a:

    • Verificar como seu corpo está reagindo ao medicamento;
    • Detectar efeitos colaterais silenciosos, como alterações hepáticas ou hormonais;
    • Permitir ajustes de dose ou até a troca de medicamento com responsabilidade e segurança.

    Se você busca resultados reais e sustentáveis, o primeiro passo é respeitar o seu corpo — e isso começa com um simples exame. Ignorar esse processo pode colocar sua saúde em risco, mesmo quando os efeitos do medicamento parecem positivos à primeira vista.

    No Laboratório Anácli, você conta com equipe qualificada, atendimento humanizado e resultados precisos com agilidade. Estamos prontos para acompanhar você em cada fase do seu tratamento com o Mounjaro, oferecendo a estrutura que sua saúde merece.

    Lembre-se: cuidar do seu corpo é um ato de consciência. Acompanhe, entenda e respeite o que ele diz. E para isso, conte com a confiança de quem entende de exames.

  • Escolha o caminho mais desafiador: hábitos saudáveis transformam a vida

    Ter uma rotina equilibrada, cultivar hábitos saudáveis e se exercitar com regularidade são atitudes fundamentais para alcançar uma vida com mais qualidade, disposição e longevidade. No entanto, seguir por esse caminho nem sempre é fácil. Exige esforço, disciplina e, principalmente, a coragem de dizer “não” às tentações que, à primeira vista, parecem mais atraentes, mas que, a longo prazo, cobram um preço alto.

    Quem nunca caiu na armadilha do “só hoje”? Um fast food no meio da semana, a procrastinação de uma caminhada ou a desculpa de que o estresse não permite uma rotina mais saudável. As escolhas ruins geralmente vêm embaladas em praticidade e prazer momentâneo, mas seus efeitos se acumulam no tempo: sobrepeso, problemas cardiovasculares, fadiga constante, alterações no sono, mau humor e, em casos mais graves, doenças crônicas.

    Como já diz o ditado: a estrada da tentação pode até parecer um paraíso, mas seu destino final é a destruição. Em contrapartida, construir uma vida saudável começa com pequenas mudanças na rotina — simples, mas poderosas. A boa notícia é que, com o tempo, esses hábitos se fortalecem e passam a fazer parte do seu estilo de vida. Confira a base que sustenta esse novo caminho:

    Alimentação equilibrada

    • Evite alimentos ultraprocessados e excesso de açúcar.
    • Prefira frutas, verduras, legumes, cereais integrais e proteínas magras.
    • Beba água! A hidratação influencia diretamente na energia e no funcionamento do corpo.

    Sono de qualidade

    • Dormir bem é essencial para recuperação física e mental.
    • Mantenha horários regulares e evite telas antes de dormir.

    Atividade física regular

    • Pode ser caminhada, dança, musculação, natação ou qualquer outra modalidade.
    • O importante é se movimentar, liberar endorfina e fortalecer corpo e mente.

    Saúde mental em dia

    • Pratique o autocuidado e busque momentos de lazer e relaxamento.
    • Meditação, terapia e hobbies saudáveis ajudam a equilibrar as emoções.

    Rotina organizada

    • Planejar o dia, definir horários para as tarefas e criar rituais saudáveis (como o café da manhã com calma ou a leitura antes de dormir) ajudam a manter o foco.

    Suas escolhas definem seu futuro. A saúde que você terá amanhã depende diretamente das decisões que toma hoje. Optar pelo caminho mais exigente — com disciplina, alimentação equilibrada e exercícios mesmo quando a motivação falta — é uma forma de valorizar a própria vida e investir em bem-estar duradouro.

    É importante lembrar: a estrada que leva ao verdadeiro equilíbrio exige esforço, mas traz recompensas que valem a pena. Já o caminho mais fácil, repleto de prazeres imediatos, pode parecer agradável, mas costuma esconder consequências sérias que comprometem sua vitalidade.

    Seja firme. Escolha o que transforma. Escolha cuidar de você. Escolha saúde!

  • Julho Amarelo: mês de conscientização e combate às hepatites virais

    O Julho Amarelo é uma importante campanha de conscientização, prevenção e controle das hepatites virais, realizada ao longo de todo o mês de julho. Essa mobilização nacional busca informar a população sobre os riscos dessas doenças silenciosas, muitas vezes assintomáticas, mas que podem levar a complicações graves, como cirrose e câncer de fígado.

    A campanha coincide com o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado em 28 de julho, e reforça a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminar as hepatites B e C até 2030.

    Objetivos do Julho Amarelo

    • Conscientizar:
      Levar informações à população em mídias variadas — como redes sociais, TV e rádio — sobre os diferentes tipos de hepatites (A, B, C, D e E), suas formas de transmissão, sintomas, prevenção e tratamento, ampliando o alcance e o conhecimento sobre a doença.
    • Prevenir:
      Estimular práticas seguras, como vacinação contra hepatites A e B (realizada nas unidades de saúde), higiene adequada, uso de preservativos e não compartilhamento de objetos perfurocortantes, além de distribuir materiais informativos e preservativos para reforçar a prevenção.
    • Diagnosticar e tratar:
      Incentivar a população a realizar testes rápidos gratuitos para hepatites B e C, possibilitando o diagnóstico precoce e o início do tratamento adequado, com o apoio de ações educativas e parcerias entre hospitais, universidades, ONGs e órgãos públicos.
    • Eliminar:
      Apoiar o compromisso global da OMS para a eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública até 2030, promovendo ações coordenadas de comunicação, vacinação, testagem e tratamento durante o Julho Amarelo.

    Por que se prevenir é tão importante?

    As hepatites virais são inflamações no fígado causadas por vírus, e algumas delas podem evoluir de forma silenciosa por muitos anos. As hepatites B e C são as mais perigosas quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podendo levar à falência hepática, cirrose ou câncer de fígado.

    Além disso:

    • Muitos infectados não apresentam sintomas nas fases iniciais;
    • Quando presentes, os sintomas podem ser leves ou confundidos com outras doenças, como cansaço, febre, mal-estar, enjoo e pele amarelada;
    • O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento aumentam as chances de cura e evitam complicações graves.

    Participar do Julho Amarelo é uma maneira de promover a saúde, a informação e a prevenção. Ao se informar sobre as hepatites virais, realizar exames quando necessário, manter a vacinação em dia e compartilhar conhecimento com outras pessoas, você contribui diretamente para o combate a essas doenças silenciosas e perigosas. Pequenas atitudes, como essas, podem salvar vidas e fortalecer a conscientização coletiva. Afinal, cuidar de si também é cuidar do outro.

  • BCG: A primeira vacina, o primeiro cuidado!

    No dia 1º de julho, celebra-se o Dia da Vacina BCG, data que reforça a importância da imunização contra a tuberculose, doença infecciosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis. A vacina foi desenvolvida em 1921, pelos cientistas franceses Léon Calmette e Alphonse Guérin, originando o nome BCG (Bacilo de Calmette-Guérin).

    A tuberculose é uma doença contagiosa que atinge, principalmente, os pulmões, mas também pode afetar ossos, rins e até as meninges (membranas que revestem o cérebro).

    Os sintomas mais comuns incluem:

    • Tosse persistente (com ou sem sangue);
    • Falta de ar;
    • Dores no peito;
    • Cansaço e fraqueza;
    • Perda de peso;
    • Febre e suores noturnos.

    A tuberculose é transmitida pelo ar, por meio de gotículas liberadas quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala. Mesmo indivíduos sem sintomas visíveis podem transmitir a doença. O compartilhamento de objetos não transmite a bactéria.

    Pessoas com sistema imunológico enfraquecido, como recém-nascidos, idosos e pessoas com doenças crônicas, são mais propensas a desenvolver formas graves e generalizadas da tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar.

    A importância da vacina BCG no recém-nascido

    Vacinar o bebê com BCG nos primeiros dias de vida é fundamental para protegê-lo em uma fase em que seu organismo ainda está em desenvolvimento e mais vulnerável a infecções graves.

    O Ministério da Saúde recomenda que a vacina seja aplicada logo após o nascimento, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, ainda na maternidade. Se isso não for possível, a criança pode ser vacinada até os 4 anos de idade.

    Essa vacinação precoce reduz significativamente o risco de o bebê desenvolver formas graves da tuberculose, que podem levar a sequelas ou até ao óbito.

    Aplicação e cuidados após a vacinação

    A vacina BCG é aplicada em dose única, de forma gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Não são necessários cuidados prévios.

    Após a aplicação, é comum o surgimento de vermelhidão, inchaço e, mais tarde, uma pequena cicatriz no local. Isso é normal e faz parte da resposta do organismo à vacina. Não se deve usar pomadas, medicamentos ou curativos no local.

    Além dos recém-nascidos, a vacina BCG também é recomendada para pessoas que convivem diretamente com portadores de hanseníase, pois essas têm maior risco de exposição a infecções relacionadas. Outro grupo que deve ser vacinado são os estrangeiros não vacinados que passarão a residir no Brasil, especialmente se vierem de países onde a vacinação com BCG não é obrigatória. Nesses casos, a imunização ajuda a prevenir formas graves da tuberculose e contribui para o controle da doença no país.

    Impacto no Brasil e no mundo

    A vacina BCG não previne todos os casos de tuberculose pulmonar, mas é extremamente eficaz contra as formas mais graves da doença.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em países que mantêm a BCG no calendário infantil, são evitados mais de 40 mil casos de meningite tuberculosa por ano.

    No Brasil, a vacinação em massa tem contribuído para que as formas graves da doença praticamente desapareçam, mesmo com o aumento recente nos casos pulmonares.

    A BCG é muito mais do que uma vacina: é uma proteção essencial que deve começar na infância. Aproveitar o Dia da Vacina BCG para reforçar essa importância é fundamental para manter nossas crianças saudáveis e reduzir a circulação da tuberculose no país.

    Leve seu filho à unidade de saúde mais próxima. Vacinar é proteger!

  • Exames laboratoriais de rotina: quais são e quando fazer?

    Cuidar da saúde é um compromisso contínuo que envolve hábitos saudáveis, prevenção de doenças e acompanhamento médico regular. Nesse cenário, os exames laboratoriais de rotina desempenham um papel essencial na detecção precoce de alterações no organismo, muitas vezes antes mesmo do aparecimento de sintomas.

    Estes testes ajudam a monitorar o funcionamento de diversos sistemas do corpo e são recomendados tanto para quem está saudável quanto para quem já possui alguma condição de saúde. Conheça os principais exames, suas finalidades e quando devem ser agendados.

    Principais exames laboratoriais de rotina

    1. Hemograma completo

    Analisa os componentes do sangue: glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas. É útil para detectar anemias, infecções e distúrbios hematológicos.

    Quando fazer: anualmente ou conforme orientação médica, principalmente em casos de fadiga, infecções frequentes ou histórico de doenças sanguíneas.

    2. Glicemia de jejum e homoglogina glicada

    Ambos avaliam os níveis de glicose no sangue. Enquanto a glicemia mostra o valor momentâneo, a hemoglobina glicada reflete a média dos últimos três meses.

    Indicação: diagnóstico e controle do pré-diabetes e diabetes.

    Quando fazer: uma vez por ano ou com mais frequência para quem tem fatores de risco (obesidade, histórico familiar, sedentarismo).

    3. Creatinina

    Indica como os rins estão funcionando. A creatinina alta pode sinalizar comprometimento da função renal.

    Quando fazer: anualmente, especialmente em pessoas com hipertensão, diabetes ou doenças renais crônicas.

    4. Perfil lipídico

    Avalia os níveis de colesterol total, HDL (colesterol “bom”), LDL (colesterol “ruim”) e triglicérides. É essencial para o controle da saúde cardiovascular.

    Quando fazer: a cada 1 ou 2 anos, ou conforme indicação médica. Deve ser monitorado com mais frequência em pessoas com risco cardiovascular elevado.

    5. TSH (Hormônio tireoestimulante)

    Exame inicial para verificar o funcionamento da glândula tireoide. Pode identificar casos de hipotireoidismo ou hipertireoidismo.

    Quando fazer: a cada 1 ou 2 anos, ou em caso de sintomas como cansaço excessivo, alteração de peso e problemas menstruais.

    6. Exames de urina e fezes

    Embora nem sempre sejam incluídos como rotina, esses exames são valiosos para detectar infecções urinárias, parasitoses intestinais, inflamações e até sangramentos ocultos no trato digestivo.

    Quando fazer: conforme sintomas ou recomendação médica. Podem ser solicitados em check-ups, no pré-natal ou em casos de dores abdominais, alterações intestinais ou urinárias.

    Quando agendar os exames?

    A periodicidade dos exames varia conforme o histórico de saúde, idade, sexo e estilo de vida. Em geral:

    • Adultos saudáveis: check-up anual com exames de sangue, urina e avaliação de colesterol e glicose.
    • Pacientes com doenças crônicas: exames de controle trimestrais ou semestrais.
    • Gestantes: conforme a orientação do obstetra, com cronograma específico.
    • Idosos: monitoramento mais frequente, com foco em função renal, hepática, tireoidiana e risco cardiovascular.

    No Laboratório Anácli, você pode realizar todos esses exames com segurança, conforto e confiança. A estrutura é moderna, os profissionais são altamente qualificados, e o atendimento é sempre humanizado.

    Agende seus exames e cuide da sua saúde com quem entende e prioriza o seu bem-estar. Cuidar da saúde começa com informação e prevenção. E o Anácli está com você em cada passo dessa jornada.

  • Anácli: seu laboratório de confiança na gravidez!

    A gestação é um momento de grandes transformações e cuidados especiais. Para garantir uma gravidez saudável, a realização de exames laboratoriais é fundamental, pois permite acompanhar a saúde da mãe e o desenvolvimento do bebê. No Laboratório Anácli, você pode fazer esses exames de forma segura, com atendimento humanizado e profissionais qualificados.

    Principais exames laboratoriais para gestantes realizados no Laboratório Anácli:

    • Hemograma completo: Avalia a quantidade de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, identificando anemia, infecções e possíveis alterações na coagulação.
    • Tipagem sanguínea e fator Rh: Determina o grupo sanguíneo da gestante e o fator Rh, essencial para prevenir complicações em futuras gestações, especialmente se a mãe for Rh negativa.
    • Glicemia de jejum: Detecta a presença de diabetes gestacional, uma condição que requer acompanhamento para proteger a saúde da mãe e do bebê.
    • Sorologias para infecções: Testes para HIV, sífilis, rubéola, toxoplasmose e hepatite B, infecções que podem ser transmitidas ao bebê e demandam diagnóstico e tratamento precoces.
    • TSH e T4 livre: Avaliam a função da tireoide da gestante, garantindo que o equilíbrio hormonal seja mantido durante a gravidez.
    • Beta-hCG: Confirma a gravidez através da dosagem do hormônio produzido após a implantação do embrião.
    • Exames de urina (urina tipo I e urocultura): Identificam infecções urinárias, comuns durante a gestação, prevenindo complicações.
    • Coombs indireto: Indicado para gestantes Rh negativas, detecta anticorpos que podem afetar o bebê.
    • Exame parasitológico de fezes: Verifica a presença de parasitas que podem comprometer a saúde da mãe e do feto.

    Além dos exames laboratoriais, o acompanhamento com ultrassonografias é essencial para monitorar o crescimento e o desenvolvimento do bebê durante toda a gravidez. O exame de Papanicolau também é fundamental para identificar possíveis infecções vaginais ou no colo do útero que podem comprometer a saúde da gestação. Além disso, ele auxilia no rastreamento precoce de alterações celulares que podem indicar o câncer de colo do útero, protegendo tanto a mulher grávida quanto o bebê.

    No Laboratório Anácli, a gestante encontra um ambiente seguro, equipamentos modernos e uma equipe especializada pronta para orientar e realizar todos os exames necessários para um pré-natal completo e eficaz.

    Lembre-se: seguir as orientações médicas e realizar todos os exames solicitados é a melhor forma de cuidar da sua saúde e garantir a proteção do seu bebê.

  • Doe sangue, compartilhe esperança!

    Celebrado no dia 14 de junho, o Dia Mundial do Doador de Sangue é uma data criada para reconhecer e agradecer os milhões de doadores que, com um gesto voluntário e altruísta, ajudam a salvar vidas todos os dias. A campanha global também tem um objetivo muito claro: estimular mais pessoas a se tornarem doadoras regulares, fortalecendo assim o movimento mundial de doação de sangue, plasma e plaquetas.

    A doação de sangue é essencial para o funcionamento dos sistemas de saúde. Ela permite o tratamento de pacientes em cirurgias, vítimas de acidentes, pessoas com doenças crônicas, câncer, anemias graves e diversas outras condições médicas. Além do sangue total, o plasma e as plaquetas também são componentes fundamentais, especialmente para pacientes com distúrbios de coagulação ou imunidade.

    A importância da campanha

    Mais do que uma data comemorativa, o Dia Mundial do Doador de Sangue é uma chamada à ação. A campanha oferece a oportunidade de:

    • Agradecer aos doadores que já fazem parte do movimento solidário;
    • Aumentar a conscientização sobre a necessidade constante de doações seguras;
    • Incentivar jovens e novos doadores a contribuírem com esse gesto de empatia e cidadania;
    • Estimular os governos a investirem em sistemas de coleta e distribuição de sangue mais eficientes.

    Doe sangue. Doe vida!

    Se você tem entre 16 e 69 anos, está em boas condições de saúde e pesa mais de 50 kg, é muito provável que possa doar. Procure o hemocentro mais próximo, informe-se sobre os critérios e contribua. Uma única doação pode salvar até quatro vidas.

    O sangue não pode ser fabricado: ele só pode ser obtido por meio da doação voluntária. Ao doar, você não apenas ajuda quem precisa — você também fortalece um laço humano que transcende fronteiras: o da solidariedade.