Autor: Malena Ribeiro

  • Como anda o seu Cortisol?

    Reduza o estresse, eleve a saúde!

    Você sabia que o cortisol, o hormônio do estresse pode afetar negativamente nosso bem-estar geral? Manter seus níveis sob controle é fundamental para uma vida equilibrada e saudável.

    Altos níveis de cortisol podem levar a problemas como ansiedade, insônia, ganho de peso e até comprometer o sistema imunológico. Poe isso, é essencial monitorar regularmente seus níveis hormonais por meio de exames laboratoriais.

    Cortisol Alto

    O cortisol alto pode originar sinais e sintomas como:

    • Perda de massa muscular;
    • Aumento do peso;
    • Aumento das chances de osteoporose;
    • Dificuldade na aprendizagem;
    • Baixo crescimento;
    • Diminuição da testosterona;
    • Lapsos de memória;
    • Aumento da sede e da frequência em urinar;
    • Diminuição do apetite sexual;
    • Menstruação irregular.

    O cortisol alto também pode indicar uma doença chamada Síndrome de Cushing, que gera sintomas como aumento rápido do peso, com acúmulo de gordura na região abdominal, queda de cabelo e pele oleosa. Saiba mais sobre esta doença em: Síndrome de Cushing.

    Tratamento para o Cortisol Alto

    O tratamento para baixar o cortisol pode ser feito com remédios prescritos pelo médico, mas o consumo do inhame constitui um ótimo remédio caseiro. Outras formas de controlar naturalmente o excesso de cortisol no sangue é fazendo exercício físico regularmente, ter uma alimentação saudável aumentando o consumo de vitamina C e diminuindo o consumo de cafeína. Saiba quais as principais causas do cortisol alto e veja mais sobre o tratamento para diminuir os níveis de cortisol.

    Cortisol Baixo

    O cortisol baixo pode causar sinais e sintomas como:

    • Depressão;
    • Fadiga;
    • Cansaço;
    • Fraqueza;
    • Desejo repentino de comer doces.

    O cortisol baixo também pode indicar que a pessoa tem Doença de Addison, que gera sintomas como dor abdominal, fraqueza, emagrecimento, manchas na pele e tonturas, principalmente ao levantar. Saiba mais sobre a doença de Addison.

    Não espere pelos sintomas? Agende seu exame e tenha uma visão do seu estado hormonal.

    Referências: https://www.tuasaude.com/ http://www.olavodossantos.com.br/

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  • Qual a importância do teste do pezinho no bebê?

    O teste do pezinho é um exame realizado entre o segundo e o quinto dia do nascimento do bebê que consiste na coleta de algumas gotinhas de san­gue do calcanhar em papel filtro especial. O exame é feito nesse local porque nele estão presentes muitos vasos sanguíneos, o que facilita o acesso ao sangue.

    O exame realizado no recém-nascido vai muito além do carimbo da impressão do pé do bebê. O sangue coletado do seu calcanhar pode trazer indícios de algumas doenças infecciosas, genéticas ou metabólicas, que podem comprometer a qualidade de vida da criança.

    Mas, é importante ressaltar que o teste não é capaz de confirmar qual é a doença. Caso o resultado do exame apresente alguma alteração, o médico realizará exames complementares e mais apurados para descobrir se de fato há a alteração.

    Para que essa “triagem” seja mais efetiva, é preciso ser feita entre o 2º e o 5º dia após o nascimento, já que três dessas doenças apresentam sintomas muito rápidos, como é o caso do hipotireoidismo congênito, da hiperplasia adrenal congênita e fenilcetonúria. Colher antes desse período pode resultar em testes falso positivos, influenciados pelos hormônios que passaram pela placenta durante a gravidez.

    Explicando essas doenças

    Hipotireoidismo congênito é a incapacidade da glândula tireoide de produzir quantidades adequadas de hormônios, provocando uma redução do metabolismo;

    Hiperplasia adrenal congênita é um conjunto de doenças provocada pela deficiência de uma das enzimas responsáveis pela síntese de cortisol nas glândulas adrenais;

    Fenilcetonúria consiste na alteração na função da enzima que realiza o processamento do aminoácido fenilalanina, presente em proteínas de origem animal e vegetal;

    Fibrose cística afeta os pulmões e o pâncreas, bloqueando as vias aéreas e os ductos por conta do aumento da viscosidade do muco. Nos pulmões, provoca a proliferação de bactérias, levando à infecção crônica, à lesão pulmonar e ao óbito por disfunção respiratória. No pâncreas, há uma perda de enzimas digestivas, levando a desnutrição;

    Deficiência de biotinidase, como o nome diz, é a falta da enzima biotinidase, responsável pela absorção da biotina, uma vitamina existente nos alimentos. Essa vitamina é indispensável para manter a metabolização de outras enzimas e o bom funcionamento do organismo;

    Anemia falciforme é causada por uma alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, que ficam no formato de uma foice (por isso o nome). As células têm sua membrana alterada e se partem com facilidade, provocando anemia;

    Essas são doenças importantes que podem comprometer a vida da criança, por isso, sua coleta deve ser feita cedo, auxiliando no diagnóstico e no seu tratamento.

    Referências: https://www.eurofarma.com.br / https://www.hermespardini.com.br

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  • Quais são os principais exames laboratoriais de rotina?

    Frequentemente são solicitados exames de sangue, urina e fezes, podendo ser acrescentados a esta lista algumas análises específicas de acordo com a idade, gênero ou condição prévia do paciente. 

    Os principais exames de rotina pedidos pelos médicos:

    1 – Hemograma Completo

    O hemograma completo checa as células sanguíneas e verifica se elas estão dentro da normalidade. Ele pode ser solicitado como exame de rotina ou para investigar possíveis doenças, como: anemias, câncer, infecções, etc.

    2 – Colesterol total e Triglicerídeos

    Já o exame de triglicerídeos verifica os níveis de gorduras, originárias da alimentação e também da produção do nosso próprio corpo, presentes no organismo. Caso elas estejam em excesso no sangue, podem representar um grande fator de risco para desenvolver doenças cardiovasculares. 

    O colesterol total faz a avaliação do colesterol bom (HDL) e do colesterol ruim (LDL e VLDL).

    3 – Glicemia em jejum ou exame de glicemia

    O exame de glicemia ou jejum avalia as taxas de açúcar no sangue e identifica possível quadro de diabetes, pré-diabetes ou hipoglicemia.

    4 – Creatinina

    Normalmente, o exame de creatina é feito para investigar se existe alguma insuficiência renal. É muito importante fazer esse exame, porque uma das principais funções dos rins é fazer a filtração do sangue e eliminar as substâncias tóxicas do nosso corpo. Se não houvesse esse filtro renal, a sobrevivência seria inviável em pouco tempo. 

    5 – TSH

    É um teste inicial que serve para investigar problemas na tireoide. Mas, o exame de TSH junto a análise dos valores dos hormônios da tireoide, é capaz de suspeitar de doenças tireoidianas, como: hipertireoidismo, hipotireoidismo, tireoidite de Hashimoto e nódulo na tireoide benigno ou maligno.

    6 – PCR (proteína C reativa)

    Detectar a presença de uma infecção de forma precossse é a principal função desse exame. Mas, não diz qual é a sua origem, tipo e nem em qual órgão se encontra.

    Entretanto, para saber qual é a origem da infecção, é preciso verificar o histórico clínico do paciente e quais são os sintomas apresentados. Além disto, o médico pode prescrever exames complementares, como: Análise da urina, Radiografia de tórax, Ultrassonografia, entre outros.

    7 – Exame de urina

    O exame de urina também é chamado de EAS (Elementos Anormais do Sedimento). O verifica doenças do trato urinário, como: infecções, pedras nos rins e insuficiência renal. 

    8 – Exame de fezes

    Serve para investigar e detectar problemas no sistema digestivo, como: parasitoses e identificação de outros agentes infecciosos. 

    9 – PSA

    Homens com mais de 40 anos, devem fazer exames específicos, tais como: ultrassonografia de próstata e dosagem de hormônio PSA (tem como função investigar sinais de tumor na próstata). 

    Referências:

    https://altadiagnosticos.com.br e Blogbeepsaude

  • É permitido beber água para realizar exame?

    Colesterol, glicemia, triglicerídeos além de uma infinidade de informações sobre o seu corpo é medida por meio do exame de sangue. Quando você vai fazer exames que exigem jejum, a ingestão de água não é um problema, desde que seja água pura.

    A água deve ser tomada normalmente. Só existe um exame, que é muito raro de se fazer, para a avaliação de um hormônio, que a pessoa não pode beber água. Nos exames de rotina, água normal, sem nenhum problema.

    Qual exame não pode beber água?

    O consumo de água não interfere nos resultados da coleta de sangue, em exames que requerem jejum. Já o exame de urina não exige jejum, mas o excesso de água pode alterar as taxas hormonais, devido à diluição da amostra. No entanto, se seu exame envolve algum tipo de anestésico, você não poderá beber água.

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    Referência:

    https://www.itatiaia.com.br

  • Quem é você na hora da coleta?

    Na hora do exame de sangue, o show de personalidades começa! Apesar da brincadeira, muitas pessoas se identificam com as descrições.

    Temos os animados, os corajosos que exibem o braço, os que quase desmaiam ao ver uma agulha e até os que só pensam no desjejum! ?

    Qual tipo você é? Conta para gente aí nos comentários ?

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  • Por que é importante fazer o exame de colesterol?

    Para muitos, o excesso de gordura é apenas uma questão de estética. No entanto, o acúmulo de tecido adiposo vai muito além da aparência. O nível elevado de lipídios é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares — que, por sua vez, são a principal causa de morte no mundo. Desta forma, para evitar complicações é imprescindível controlar os níveis de colesterol. 

    Colesterol é essencial, mas em excesso pode causar doenças cardíacas. Existem dois tipos: HDL (bom) e LDL (ruim). Hábitos saudáveis mantêm níveis saudáveis. Monitorar regularmente através de exames de sangue também é importante.

    Quais os sintomas de colesterol alto?

    Colesterol alto é um problema de saúde silencioso, ou seja, não causa sintomas na grande maioria dos casos. Em muitos casos, passa despercebido até que o crescimento da placa de ateroma estreita e entope as artérias, dificultando a circulação sanguínea.

    • Acúmulo de gordura abaixo dos olhos ou até mesmo nas palpebras, que são caracterizadas por xantelasmas e xantomas;
    • Cansaço sem motivos aparentes;
    • Dor no peito e fadiga;
    • Falta de ar e outros sintomas relativos às doenças cardiovasculares;
    • Em seguida, também pode apresentar tontura frequente que indica a formação de placa de aterosclerose na caródia do coração que, basicamente, afeta os batimentos cardíacos;
    • Dificuldade para evacuar, ou seja, pode apresentar intestino preguiçoso relativo à sensibilidade abdominal que também pode causar cólicas;
    • Por fim, pode apresentar dores nas pernas ao andar e má circulação repentina, tanto nos membros superiores quanto nos inferiores.

    Como é o tratamento para o colesterol alto?

    Ao manter os níveis de colesterol adequados, pode-se prevenir as complicações causadas pela dislipidemia. Para tanto, a manutenção do índice de massa corporal (IMC) adequado representa um fator essencial. Ela é obtida por meio da  combinação de bons hábitos alimentares à prática regular de atividades físicas.

    Ainda que o tratamento para o colesterol alto deva ser individualizado, conforme às necessidades de cada paciente, em geral, os médicos recomendam:

    • fazer caminhada rápida, no mínimo, 30 minutos por dia, cinco vezes por semana;
    • parar de fumar;
    • tomar a medicação para reduzir o colesterol, se indicado;
    • reduzir ao mínimo o consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas e colesterol.

    Alimentos que devem ser evitados:

    • manteiga e margarina;
    • leite integral e creme de leite;
    • queijos amarelos;
    • linguiças, salsichas e outros embutidos;
    • miúdos e cortes gordos de carnes vermelhas;
    • óleo de coco, banha, gordura suína e azeite de dendê;
    • produtos de panificadoras (bolos, roscas, tortas, biscoitos, entre outros);
    • chantili e sorvetes.

    Não perca tempo e cuide da sua saúde como ela merece. Acesse a nossa central de marcação e faça seu agendamento online!

    Referências:

    https://magscan.com.br, https://dediq.com.br e https://salomaozoppi.com.br

  • Diabetes: entenda as diferenças entre os tipos 1 e 2

    A diabetes é uma condição na qual os níveis de glicose no sangue podem estar muito elevados. Existem razões distintas para isso, essas diferentes origens, podem se desenvolver duas condições: diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2. Cada uma apresenta sintomas próprios, mas resultantes de uma realidade comum: níveis elevados de glicose sanguínea. Por essa razão, é importante entender as diferenças de ambas para cuidar adequadamente da doença.

    Diabetes tipo 1
    Na diabetes tipo 1, existe uma condição do organismo da pessoa, por vezes de origem genética, que não está relacionada com a alimentação ou com os hábitos de vida. Trata-se de um comportamento do próprio sistema imunológico (o sistema de defesa do organismo), o qual agride as células do pâncreas que produzem insulina.

    Esse hormônio coordena os mecanismos que retiram a glicose do sangue, de forma que impedir sua produção regular eleva a glicemia. Aos poucos, sem insulina, o corpo não consegue mais metabolizar a glicose para as células. Desse modo, o açúcar passa a se concentrar na corrente sanguínea.

    A diabetes do tipo 1 costuma ser diagnosticada principalmente em crianças e jovens, mesmo que adotem hábitos de vida saudáveis. Adultos também podem apresentar essa condição, mas é menos usual.

    Os sintomas mais comuns na diabetes tipo 1 são:

    Diabetes tipo 2
    A diabetes do tipo 2, por sua vez, resulta de uma resistência do corpo à ação da insulina. Então, o hormônio é produzido, mas não consegue atuar regularmente porque o organismo já não responde às suas investidas, como se tivesse perdido a sensibilidade à sua ação.

    Essa condição se desenvolve a partir da manutenção de hábitos alimentares inadequados e desregrados, além do sedentarismo. Por isso se relaciona tão de perto com a obesidade, isto é, pessoas obesas acabam por desenvolver esse tipo de diabetes.

    Em razão da baixa resposta à insulina, o pâncreas se esforça para aumentar a quantidade do hormônio e, assim, reduzir a glicemia. Embora a diabetes do tipo 2 seja mais comum em pessoas adultas que adotam hábitos de alimentação irregular e comportamento sedentário, já é observada também em crianças.

    Os sintomas mais comuns na diabetes tipo 2 são:

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    Referência: https://blog.winsocial.com.br, https://www.canetadasaude.com.br

  • A sua satisfação é a nossa missão!

    Nosso compromisso é com a sua satisfação e bem-estar. Realizamos um trabalho de excelência para garantir o resultado que você merece.

    Veja o que alguns dos nossos pacientes estão dizendo sobre o nosso atendimento e serviços.

    E você, já foi atendido pelo nosso laboratório? Deixe sua avaliação nos comentários!

  • Anacli conquista certificação ISO 9001 pela excelência no atendimento

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  • Glicemia: a importância do controle glicêmico

    O exame de glicemia é uma análise do nível de açúcar no sangue. Ele é usado para diagnosticar e monitorar condições como diabetes, hipoglicemia e outros problemas relacionados ao açúcar no sangue.

    Glicemia, é a concentração de glicose no sangue, que é avaliada a partir de exames de sangue específicos que detectam se os níveis glicêmicos estão normais, baixos ou altos.

    Para uma pessoa ser diagnosticada com diabetes, é importante realizar esse exame regularmente, especialmente se você tem histórico familiar de diabetes ou se apresenta sintomas como sede excessiva, aumento da fome e vontade frequente de urinar.

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    Fonte:
    https://semprebem.paguemenos.com.br